Repórter Eco mostra o avanço no desenvolvimento da vacina contra a dengue
A descoberta de ondas gravitacionais que permitem ouvir o som do cosmos e o uso da água pelos brasileiros completam o programa deste domingo (13/3), às 17h30, na TV Cultura
Em São Paulo, o Instituto Butantan avança no desenvolvimento de uma vacina contra a dengue, causada pelo mosquito Aedes aegypti. O diretor da instituição, Jorge Kalil, explica por que esse trabalho é tão difícil, em que fase encontram-se as pesquisas no Brasil e os passos que ainda precisam ser dados. A matéria está no Repórter Eco deste domingo (13/3), às 17h30, com apresentação de Márcia Bongiovanni. O programa da TV Cultura ainda traz a descoberta de ondas gravitacionais no universo e uma entrevista com um fotógrafo preocupado com o uso consciente da água pelos brasileiros. A aprese
O médico imunologista Jorge Kalil, professor titular da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e diretor do Instituto Butantan, esclarece algumas questões fundamentais que envolvem a descoberta de uma vacina contra a dengue. “Fabricar uma vacina até é fácil. Descobrir uma vacina e desenvolvê-la é extremamente difícil. Nós nunca fizemos isso no Brasil. Nós optamos por trabalhar junto com o Instituto Nacional de Saúde, dos EUA, numa vacina que é de vírus atenuado, ou seja, nós deixamos o vírus fraquinho". Ele também explica o que será necessário para a sua produção. “Além de finalizar os testes clínicos, o Instituto terá que construir uma nova unidade para produzi-la”. Ele alerta que a vacina vai evitar a dengue, “mas tem outras doenças que são transmitidas pelo Aedes aegypti que virão por aí".
Cientistas comemoram uma descoberta que vai revolucionar a forma de conhecer o universo. Eles confirmaram a existência das ondas gravitacionais previstas por Albert Einstein. Há 100 anos, a Teoria da Relatividade Geral dizia que corpos que se movem no universo produzem ondulações no espaço-tempo. Agora, será possível ouvir o som do cosmos.
Voltando o foco para o Brasil, esta edição entrevista o fotógrafo Valdemir Cunha, que revela como o brasileiro lida com a água no dia a dia. Ele reuniu imagens registradas em várias regiões do país e conclui: "A gente não se dá conta de que hoje, no mundo, uma em cada 12 pessoas não tem acesso à água potável. No Brasil, a gente tem mais celular do que privada. Ou seja, saneamento básico no Brasil não é uma realidade para a maioria da população. E quando a gente fala de saneamento básico a gente tá falando de água. É inadmissível pensar que pessoas ainda morram de diarreia porque não têm água potável".