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09/08/2016

Daniela Thomas diz, no Metrópolis, que família de Vinicius de Moraes ficou ofendida com a abertura da Rio 2016

A cenógrafa, uma das diretoras da cerimônia dos jogos olímpicos, está no Metrópolis desta terça-feira (9/8), às 23h, na TV Cultura, e revela outras questões de bastidor
Cunha Jr e Adriana Couto
Foto Jair Magri
Cunha Jr e Adriana Couto

Durante entrevista de Daniella Thomas, uma das diretoras da cerimônia de abertura da Rio 2016, no programa Metrópolis desta terça-feira (9/8), ela revela bastidores do evento envolvendo a família de Vinícius de Moraes. A atração vai ao ar às 23h, na TV Cultura.

Daniela conta que a família de Vinícius de Moraes ficou ofendida por não ter uma foto do poetinha projetada no telão, durante a entrada de Gisele Bündchen ao som da música Garota de Ipanema, composta por ele e Tom Jobim. No entanto, a imagem escolhida foi apenas a de Tom.

Na atração, Daniela responde para os Vinicius de Moraes e diz que tudo estava dentro de um contexto e que, como diria o poetinha, “me desculpem, mas beleza é fundamental”, e lembra que Jobim foi “o homem mais bonito do mundo”.

A presença de transexuais na cerimônia também foi contestada por não terem aparecido com destaque. E a cenógrafa explica que a ideia era que transexuais deveriam estar juntos com todos os integrantes como sendo parte de um todo, de uma sociedade. A proposta era criar a imagem de algo natural.

E rebatendo os comentários sobre a música País Tropical, de Jorge Bem Jor, também cantada na cerimônia, como sendo de caráter ufanista, Daniela tem outra resposta. A diretora diz que para os organizadores do evento, essa canção “é uma utopia do Brasil”.